“Frederico Barbosa é possivelmente o poeta que mais explicitamente
assume sua dívida para com o concretismo. Sua obra (que começa
com Rarefato, publicado pela Iluminuras) revela um trabalho progressivo
de lapidação formal em direção à palavra
em estado puro, ao núcleo duro da poesia; é um trabalho de
aniquilação do mundo em benefício da integridade do
signo poético, da perfeição da linguagem, que se despe
e se despede do mundo. Ao lado de Augusto de Campos, é hoje o poeta
que melhor navega pelas águas do experimentalismo.”
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