Manuel da Costa Pinto 
  
      “Frederico Barbosa é possivelmente o poeta que mais explicitamente assume sua dívida para com o concretismo. Sua obra (que começa com Rarefato, publicado pela Iluminuras) revela um trabalho progressivo de lapidação formal em direção à palavra em estado puro, ao núcleo duro da poesia; é um trabalho de aniquilação do mundo em benefício da integridade do signo poético, da perfeição da linguagem, que se despe e se despede do mundo. Ao lado de Augusto de Campos, é hoje o poeta que melhor navega pelas águas do experimentalismo.”  
 
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